Guias
Explicações simples do que a calculadora deixa de fora — comissões, inflação, como se apresentam as taxas de juro e as dívidas —, cada uma com exemplos práticos.
A calculadora de juros compostos mostra como um saldo cresce a uma taxa constante. Na vida real, o dinheiro é afetado por mais do que isso. Estes guias explicam os fatores que mais alteram o resultado.
Cada um desenvolve um exemplo com a mesma aritmética da calculadora, a partir dos mesmos montantes predefinidos, para que possa repetir qualquer exemplo na calculadora e obter os mesmos valores. Nenhum deles recomenda um produto ou um investimento; explicam como os números se comportam.
O efeito composto das comissões
Uma comissão de 1 % ao ano parece pouco. Ao longo de décadas, leva uma parte do saldo final muito maior do que a percentagem sugere. Eis as contas, passo a passo.
Inflação e rentabilidade real
Um saldo que cresce 7 % ao ano não compra 7 % mais. Como converter uma rentabilidade nominal numa real, e o que a inflação faz ao dinheiro em dez e em trinta anos.
Taxa de juro nominal e efetiva
Duas contas a 6 % podem render valores diferentes. Como a frequência de capitalização converte uma taxa nominal numa taxa efetiva anual, e porque pesa mais no crédito.
Como as dívidas crescem com os juros compostos
Os juros de uma dívida por pagar crescem como as poupanças, só que contra si. Um exemplo com um cartão de crédito mostra quanto o pagamento mensal muda o custo total.